sexta-feira, 14 de setembro de 2012

I was enchanted to (almost) meet you


digamos que faz 5 anos que você é fã de algum artista. e você jura pra você mesmo que quando esse artista vier em seu país, você vai no show nem que seja a pé e escondido dos pais. pois bem, a Taylor está no Brasil nesse momento e eu não fui ao show. quebrei a promessa que eu fiz à mim mesma na minha infância, me sinto mal por isso, e pior ainda por ter perdido o show, que mesmo sendo promocional e com tempo apenas de 30 minutos, já foi um show. sem fotos com ela, sem autógrafos, sem ver ela. mas tudo bem minha  vez ainda vai chegar.







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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Eu que não amo você.


Hoje por acaso ouvi na rua aquela música que me fazia pensar em você. Mas você nem chegou a saber dessa porque foi na época em que você foi embora mesmo. Me lembrei então das muitas tardes que passei remoendo acontecimentos, buscando respostas e ensaiando discursos. Pensei em quanto tempo se passou desde que fomos felizes, se é que nós fomos. E em como era acostumada a viver esperando um sinal de que você ainda se lembrava de mim. Ouvi a musica até o fim, recordando cada verso que eu jurava fazer sentido pra nós dois naqueles dias. Lembrei de como eu guardei você comigo tanto tempo e de como acreditava te amar no sentido mais puro e verdadeiro que isso pode ter. E quer saber? Soltei uma sonora gargalhada. Aquela musica, aquelas lembranças agora tão patéticas não faziam mais sentido algum. Porque depois de um certo tempo eu percebi que não se tratava de sentir falta de você, tratava-se apenas de estar cultivando um sentimento desnecessário e sem rosto em mim. Quando finalmente me toquei e deixei o que pensava ser "você" pra trás, percebi o quanto eu mesma já estava forte e muito bem sem seus julgamentos e ciumes. Percebi que agora eu sou capaz de me virar, de não entregar meu tempo e meu amor a qualquer um e que a minha vida mudou pra muito melhor desde que você se foi. E sabe, num pensamento quase alheio a mim mesma e tipico de toda mulher, descobri também que: além de tudo isso, meu atual namorado beija muito melhor que você.

Gabriella Chame é uma ruiva desvairada que escreve porque as amigas não aguentam mais ouvir tantas teorias. 
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A lot like love


No filme "De repente é amor", o título não me chamou muita atenção, ultimamente to tentando fugir de tudo que envolve amor, casais felizes melação e blá blá, MAS como o ator principal é o Ashton Delicious Kutcher, e na trilha sonora tinha uma música do Bon Jovi, vi que podia valer a pena assistir esse filme.

Oliver e Emily se conhecem por acaso, e de acaso em acaso e sem grandes expectativas de um futuro feliz, a história vai acontecendo. Me ensinou a nunca planejar a vida, e acreditar "na capacidade que a vida tem de me satisfazer", como diria Dias de Truta. Deixar as coisas irem acontecendo, sem esperar que aquilo se torne uma história de amor com final feliz e tudo isso. Nunca esperar nada de ninguém que você sempre vai se surpreender. 

Quem sabe qualquer dia o Ashton não aparece na porta da sua casa cantando "I'll be there for you these five words I swear to you" ? hahahhahah





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Cartas para a minha auto estima


Vou tentar ser direta, falar sem rodeios e com calma para não te machucar mais. Escrevo essa carta, minha amiga, para combinar algo sério: a partir de hoje, só nos abalamos por coisas importantes, fechado?
Esqueça aquelas crises idiotas de quando a calça jeans aperta um pouco, o ex namorado arruma uma mais bonita ou na praia tem setenta mulheres com mais bunda que eu. Chegou a hora da gente crescer.
Eu sei que com autoestima não se brinca, e por isso, prometo não aumentar o tom de voz. É que a minha vontade era mesmo te contar que às vezes você é uma grande filha da puta. Vamos ao shopping, compramos roupas carérrimas, nos preparamos para a festa, e quando chego lá, contando que você esteja lá nas alturas, percebo que você não é nada exigente, e acaba me entregando para o primeiro mais ou menos que oferece o ombro. Chega, beleza? Paramos com isso. Não dá mais.
Agora só se valer muito a pena. Agora, amiga montanha russa, só com a aprovação do cérebro. Que, aliás, já foi devidamente avisado para em caso de festa, boate ou primeiros encontros, ser um pouco mais esperto.
Quero pedir para você não oscilar tanto. Nem muito alta, porque gente arrogante é chata, e nem muito baixa, porque lugar de gente triste é debaixo do chuveiro. Eu quero uma autoestima em equilíbrio. É isso: quero me dar mais valor.
Estamos combinadas?

Marcella Brafman é jornalista e mineira. Sofre de imaginação fértil e só passa escrevendo.

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Sobre o medo de ser normal


Leio muitas crônicas pela internet. E nessa, eu vejo muitas, mas muitas meninas mesmo, descrevendo o quanto elas são diferentes das outras e o quanto elas se sentem melhor sendo diferentes do que fazendo o que todo mundo faz. Eu pensava muito assim até um tempo atrás. 

Quando eu era bem criança e ouvia a Avril Lavigne cantando "anything but ordinary", eu concordava. Um tempo depois, quando eu estava com 14 anos, andava quase fantasiada de Kurt Cobain e me enfurnava em casa enquanto minhas amigas saiam, eu também gostava de dizer que "eu não preciso fazer essas coisas", "ai, eu sou diferente delas", "eu tenho meu próprio estilo, nunca andaria vestida assim igual a todas as outras". 

Mais um tempinho passou e no começo do ano passado, a minha promessa de ano novo foi que eu diria "sim" ao que aparecesse pra fazer sem ficar me impondo limites. E deu certo. 

De alguma forma eu percebi que talvez eu me afastasse e julgasse todo mundo por simples medo de cair no lugar comum. E é o que eu vejo as vezes, será que não tem gente aí com medo de experimentar o "normal" e gostar disso? 

Quando eu comecei a me desapegar desses rótulos, muita gente achou que eu tava "virando piriguete", que eu "tava ficando com mal gosto", que eu tinha mudado e tudo mais, mas sinceramente? Eu continuo sendo a unica garota de cabelo rosa na minha sala e nas festas, a unica garota de vestidinho e salto que tem um piercing dentro da boca e a unica que sabe cantar Queen quando toca acidentalmente na balada. Eu continuei sendo "a única" no meu gosto e estilo, o que em nenhum momento me impediu de sair, socializar e agir normalmente como todo mundo age, e... me divertir! 

O que eu quero dizer é que não é só porque você é fã do nirvana e seus amigos preferem Katy Perry, que se você ouvir uma musica dela com eles você vai estar traindo seu "movimento grunge" (que só existe na sua imaginação, sinto informar tá?), ou que só porque você prefere usar tênis em vez de salto, seu all star vai fugir de você no dia que você resolver botar um sapato. 

Não se julgue uma coisa só! Ou melhor, não se julgue uma coisa tão rasa! Será que que você é tão fraca nos seus conceitos que não aguenta conviver com outros? Ou será que você quer tanto ser de um jeito que tem medo de descobrir que é de outro? Pois pode ficar tranquila: quando você realmente é uma coisa, não precisa se esforçar pra ela aparecer, fica escrito na sua testa sem você saber. 



Gabriella Chame é uma ruiva desvairada que escreve porque as amigas não aguentam mais ouvir tantas teorias.
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

don't wait till the finish line

     

to make a mountain of your life, your life is just a choice, but I never learned enough, to listen to the voice that told me always love! hate will get you every time.. always love! don't wait till the finish line..


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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

sobre querer dar certo.

ontem a noite, eu estava fazendo coisas normais. recebo um telefone de um "amigo" falando que tava aqui na cidade e chamando pra sair. aí as opções passam pela cabeça: ser a difícil, pra ele valorizar quando "me tiver" OU ir e aproveitar o momento pra depois ter histórias pra contar ? bom, escolhi a segunda. porque com certeza, se eu não tivesse ido e pagado pra ver, hoje eu estaria agoniada e pensando "e se", e na boa, até mesmo uma noite ruim é melhor do que ficar dias e dias pensando no que poderia acontecido. e não foi ruim - nem um pouco. a pessoa que faz questão da nossa companhia, ganha um lugar especial no nosso coração. pelo menos comigo acontece isso. as conversas, as indiretas, os olhares e o jeito que tudo aconteceu, me fez sentir exatamente o que eu não quero sentir. porque a amizade mesmo sempre deu certo e já tem tempo. agora, com essa amizade colorida, eu não sei o que vai acontecer e se vai dar certo. quer dizer, eu sei, não vai, mas juro, há muito tempo eu não queria que uma relação desse realmente certo igual eu quero agora, dessa vez, com você, que, por favor, desse certo.  dessa amizade podia realmente nascer um sentimento recíproco, o destino tá ajudando, basta você querer.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

estudantes

acabei de chegar em casa, tava na festa do estudante da minha escola [precária mas], e depois fomos pra uma lanchonete com os amigos, na maior simplicidade, mas hoje foi uma das melhores noites que eu já tive esse ano. sabe quando você está com pessoas que te fazem bem, e isso basta ? poise. uma dessas pessoas é um grande amigo, com quem eu posso ter alguma coisa a mais a hora que eu quiser. e a gente daria certo em tudo. e é por isso que eu não tento. no fundo eu tenho medo de dar realmente certo com alguém. sempre só consigo dar errado, ou ter alguma coisa que me impeça de ter um amor digno de conto de fadas. e quando eu sei que esse amor perfeitinho e idiotinha pode acontecer, eu simplesmente fujo. nós somos amigos, irmãos, você percebe quando eu estou rindo e quero chorar, e é por isso que eu não posso tentar nada com você. nós somos novos, loucos, e ainda temos muito pra viver nessa vida, que é SEMPRE imprevisível. uma coisa que to aprendendo é que realmente o mundo dá voltas. nós somos novos, loucos, ainda vamos viver amores impossíveis, e outros nem tão impossíveis assim, mas que não darão certo. relaxa, quem sabe um dia ? nós somos novos, loucos, estudantes...
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

to sozinha e mudada

"ai quanto drama" desculpa se não posso mais contar pra você como realmente to me sentindo. na boa, essa semana to só me decepcionando mais e mais e mais com minhas amizades. uma sincera demais, a outra ciumenta demais, a outra faz as coisas e não conta... não ta dando pra confiar em ninguém. só falta uma pessoa que eu amo e confio me decepcionar, meu primo. espero realmente que isso não aconteça. ele também não, por favor. mas essa bosta de semana que com certeza está entre as piores da minha vida, ainda falta muito pra acabar, e isso tá me dando medo. o que ainda pode piorar ? tem jeito de eu me sentir/estar ainda mais sozinha ? sinceridade demais machuca e eu tive que viver isso pra perceber. a partir de agora eu mudo, prometo pra mim mesma ! sobre MINHAS coisas EU vou saber. vou contar quase nada pra quase ninguém. as pessoas não estão interessadas em saber como está sua vida, como foi seu dia ou como você está se sentindo. ninguém se importa com você. o máximo que pode acontecer é curiosidade de saber se você ta realmente mal ou saber o que aconteceu. pra rir por dentro e pensar: bem feito. na boa, chega. mudei, mas não vou falar mais, vou agir.
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Uma hora a ficha cai


Ele me deu um pé na bunda. E doeu. Fiquei sem entender direito o motivo. Tudo parecia bem. A gente parecia bem. O mundo parecia um lugar bonito e seguro. Eu parecia bonita e segura. E de repente as coisas mudaram. Ficou um vazio grande no lugar dele. Ficou uma sensação de perda dentro de mim.
Na hora em que o calo aperta e o coração quase derrete não adianta falar de tempo. Enfia o tempo no bolso e sai daqui! Não quero saber se o tempo cura, não quero ouvir que ele é o melhor remédio para todos os males. Não quero sair, não quero conhecer gente nova, não quero achar novo amor. Aproveita e enfia o novo amor no bolso também.
Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão única, tão perfeita, tão, tão...sabe? Não vai ter, eu sei. Eu sei e todo mundo sabe, não sei por qual motivo, razão ou circunstância ficam me enrolando e tentando me passar a perna com esse lance de o-que-é-seu-tá-guardado.
Tenho certeza que ele é a minha alma gêmea. Eu nunca acreditei nisso. Até conhecer aquele homem. Meu Deus, ele é a metade da minha laranja. Por ele eu mataria e morreria. Por ele eu seria sempre melhor. Por ele eu seria até capaz de virar Amélia, a mulher de verdade. Por ele. Ele, que fez com que eu entendesse o amor. Ah, o amor. Aquele cretino. Aquele safado. Aquele ordinário. Aquele sem vergonha que faz a gente entregar o coração e acabar de mãos abanando e sangrando.
Nunca mais vou amar ninguém. Não quero. Não vou. E não adianta você voltar com aquela história do tempo. E não adianta querer me levar pra sair, pra conhecer gente, pra esfriar a cabeça. Não quero saber de toda aquela baboseira de cortar o cabelo, renovar o guarda-roupa, começar a malhar, frequentar novos lugares, mudar velhos hábitos, incrementar o dia a dia. Não quero saber de tudo aquilo que as mulheres fazem para tentar achar A Cura.
Não quero me curar. Quero beber todo dia uma vodca barata. Ou cara, depende do dia do mês. Quero beber e ficar sozinha. Prometo que não vou encher os ouvidos das amigas, das colegas de trabalho, dos amigos gays, da vizinha do andar de cima, da minha mãe. Prometo que nem vou buzinar nos ouvidos do terapeuta. Juro que me comporto. Fico eu, o pouco de sanidade que resta, o copo sempre cheio de vodca, algumas lágrimas e um punhado de recordações. Quero isso. Quero a depressão. Quero a fossa. Quero me acabar. Quero ficar arrasada para sempre. Quero ficar pensando nele o dia todo. Recordando cada momento que passamos juntos. Não quero saber de me entupir de chocolate e carboidratos. Vou fazer greve de fome até morrer. E antes vou deixar um bilhete: morri, seu idiota. Morri.
Acho que agora estou entrando naquela fase da raiva. Aquela em que a gente imagina o cara de terno e gravata fazendo cocô. Aquela em que a gente começa a pegar nojinho. Aquela em que a gente usa todos os palavrões para definir o infeliz. Aquela em que a gente sai da fase da música de corno para cantar bem alto “I’m Every Woman” de braços abertos, abraçando o infinito, até ficar rouca e louca.
Guardei as fotos em uma caixa e escondi ela no fundo do armário. Melhor deixar longe. Melhor não ver. Melhor parar de fuçar no Facebook. Melhor deixar de seguir no Twitter. Melhor deletar o telefone do meu celular. Melhor não dar uma espiada na vida da ex. Não quero mais saber o que ele come, se sente frio, se reatou com a antiga namorada, se continua lindo de morrer, se acabou comprando aquele tênis que eu disse que combinava com ele. Não quero saber nada disso. Quero virar autista e fingir que ele nunca existiu. Assim sofro menos. Assim vivo mais.
Hoje eu reparei que as olheiras diminuíram. E que deixei de chorar. Me achei mais corada. Menos pálida. Mais bonita. Uma beleza melancólica. Tem um pouco de tristeza nos meus olhos. Mas vou me maquiar. Senti vontade de me arrumar. Pra mim. Para meu espelho. Pra me animar. Uma amiga me convidou pra um happy hour. Vou. Uns caras me olharam, me senti mais mulher, me senti bem. Quase não lembrei dele.
Estou trabalhando bastante. É bom ocupar a cabeça. Parei um pouco de beber. Arrumei minhas gavetas. Joguei umas coisas fora. Decidi limpar as coisas por aqui. Acendi um incenso. Dancei sozinha na sala. Ri. Fui na padaria. Comprei pão francês e queijo cottage. Decidi dar uma volta no Ibirapuera. O dia está tão lindo. Encontrei uma velha conhecida. Conversamos. Marcamos um sushi para o dia seguinte.
Fui jantar com a velha conhecida. Me diverti. Voltei pra casa, assisti um filme bobo, lembrei dele, chorei, sequei as lágrimas e me perguntei: por que estou chorando? Entrei no Facebook e vi uma foto dele com uma mulher peituda. Chorei mais. Dormi chateada e pensei isso-nunca-vai-passar.
Comecei a caminhar todos os dias pela manhã. É melhor, vou para o trabalho com mais ânimo. Um cara bem interessante caminha por lá também. Não usa aliança, está sempre sozinho, ouvindo música e com o olhar longe. Parece eu.
Me distraí. Esbarrei no cara. Ele se desculpou e sorriu. Nossa, que sorriso bem lindo. Senti uma coisinha no peito. Sorri de volta e segui andando. Na outra volta encontrei ele de novo, que sorriu mais uma vez. Para, que vou morrer aqui. Na outra volta eu já estava cansada, mas ansiosa por aquele sorriso. Ele sorriu. Me derreti. Parecia uma abobada. Voltei pra casa.
No outro dia acordei feliz da vida, o cara sorridente ia estar lá de novo. E estava. E sorriu. E sorri. E ficamos nessa por uma semana. Até que ele pediu meu telefone, eu dei e ele me ligou. Quer ir ao teatro comigo? Quero. Enquanto eu me arrumava ele me ligou. Ele, que me deu um pé na bunda. Não atendi. Sorri. E tentei lembrar a última vez que lembrei dele. Não consegui.
Talvez eu volte a acreditar no amor de novo. Talvez eu nunca mais sofra. Talvez. A vida é cheia de “talvez”, mas uma coisa é certa: o tempo ajuda. E não adianta você dizer que não e tentar lutar contra isso.

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